Ah, os clientes…
Sketch
De repente uma foto ruim pode até se tornar uma ilustração interessante quando convertida num “sketch”. Sketch é o termo em inglês para esboço, rascunho. Um sketch normalmente é feito com lápis e papel, ou seja, você rabisca algumas idéias e depois finaliza.
Hoje, com tecnologia, podemos fazer o processo inverso: pegar a obra pronta (a foto, neste caso) e fazer o esboço dela, ou o sketch.
Esses exemplos abaixo eu fiz com o programa Illustrator. Não sei se existe uma forma mais adequada ou melhor para fazer um sketch. Neste caso, eu fiz o seguinte:
1 – abri um documento e importei um foto para dentro dele.
2 – desenhei os contornos com a ferramenta de desenho. Reservei os desenho dos contornos.
3 – vetorizei automaticamente a foto com o comando live trace (em 6 cores).
4 – Desagrupei todas as partes da foto vetorizada e exclui algumas partes, simplificando-a.
5 – Colori tudo com tons pasteis.

Esta ilustração, em arquivo vetorial, está a venda na iStockphoto.

Esta ilustração, em arquivo vetorial, está a venda na iStockphoto.

Flexbike.
Nutro uma grande adoração por boas idéias, e quando elas vêm acompanhadas de um belo design, pronto: eu mordo a isca fácil. É o caso da Flexbike.
Não é novidade que a falta de espaço é um problema hoje em dia. Cada dia os apartamentos estão menores, os carros estão menores e os espaços para eles, idem. A partir desses problemas surgiu a oportunidade das bicicletas dobráveis. Uma flexbike dobrada se encaixa em muitos lugares onde você não colocaria um bike convencional: no porta malas do carro, por exemplo, ou embaixo da mesa do escritório, dentro da bolsa que acompanha o produto.
No quesito pedalagem, se é que existe esta palavra, também não perde pra nenhuma montain bike. Vem com câmbio Shimano de 6 marchas, o que é mais do que suficiente para uma bicicleta urbana. A propósito, pra que serve uma bicicleta com 350 marchas, se você só a usa para ir na padaria?
Ela resgata a praticidade das antigas monarks dobráveis, porém com muito mais facilidade de manuseio. Traz de volta também o aro 20, paralamas e bagageiro, o que lhe confere um design meio retrô, fazendo assim um misto de modernidade e nostalgia. E para os velhinhos da minha idade, que já não aguentam pedalar por muito tempo com a coluna curvada, o ajuste na altura do guidom também é uma atrativo.
Evidentemente, não custa o mesmo de uma bike convencional. Paguei 690 pilas, na PlanFitness (www.planfitness.com.br), em São Paulo. Se comparada às concorrentes diretas no mercado (na faixa de 1 a 3 mil reais), a Flexike tem um ótimo custo-benefício.


Logo para a Copa 2014
Os designers de todo o Brasil já estão em polvorosa para saber quem será o autor da logomarca para a Copa de 2014. Eu apostaria metade das minhas fichas que um sobrinho de alguém, que manja de Coreldrau, vai acabar fazendo essa marca. E apostaria a outra metade das fichas que essa marca vai ter o Cristo Redentor ou o Pão de Açucar pseudo-estilizado.
